Luis Turiba
O espaço HUMANIDADE, montado no Forte de
Copacabana pela FIESP/FIRJAN/Fundação Roberto Marinho, como parte da RIO
+20, nos leva a uma viagem realmente transcendental, quase lisérgica.
É uma geringonça arquitetônica de quatro andares, feia pra burro,
montada em cima de andaimes de ferro e madeiras, com muitas plantas, o
mar batendo de um lado e do outro, e informações de todos os tipos:
científicas, históricas, estatísticas, literárias, musicais e poéticas.
O visitante vai andando e recebendo tsunamis de informações de consciência planetária nos neurônios.
Saberes, deveres, pareceres, haveres & seres. De Walt Whitmam a Darcy Riberto, de Gilberto Gil a Guimarães Rosa
Andei por lá e me divertir muito. Gosto das provocações sensoriais. Mas
o melhor mesmo é ver que milhares de jovens estudantes (muitas
crianças) estão curtindo o espaço e certamente se sentindo mais HUMANOS.
+ O espaço estará aberto ao público até o dia 22 de junho e a entrada é gratuita.
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13.5.12
25.6.11
Global Water Dances no Brasil. Sábado 25 de junho, 16h. No Aterro do Flamengo
"Tem Plástico na Rede no Global Water Dances no Brasil".
Os Dois Cia de Dança, alunos de dança da UFRJ e da Escola e Faculdade Angel Vianna, o Coletivo Ciclobailarinos, o Coletivo Líquida Ação, Aline Valentim e grupo Aláfia, o Grupo Guapos de Teatro, Cissa feijó e grupo Ogundá, músicos e bailarinos independentes participam dessa primeira edição no no país.
São mais de 50 artistas usando 60 garrafões de 20L de água mineral vazios, 72 baldes, 800 garrafas pet, duas redes de pesca, bacias e bicicletas. Às 16h os artistas sairão de vários pontos do Parque do Flamengo em direção à Orla na altura do número 200 onde todos se reúnem ao grupo Beach Tennis Flamengo 200 e ao público para executar a coreografia que se repetirá em todas as cidades participantes do evento.
O evento com direção de Giselda Fernandes partiu das performances Garrafão e Pet na Rede, com a colaboração de Ana Bevilaqua, Paulo Marques, Hilton Berredo e artistas associados.
Veja o vídeo do ensaio: aqui
20.2.11
A batalha anti-lixo
Pequenas mudanças trazem grandes mudanças. Assim pensa o Rio no Mapa e por isso, agimos, apoiando causas que parecem mínimas, mas que acabam de fato mudando a realidade.Uma delas é o Dia Histórico, uma iniciativa do artista Marcio PXE, que desde 2006 vem batendo de frente contra o lixo na praia de Ipanema, criando campanhas através do guapuruvu.com, além de desenhar e espalhar placas de concientização por toda praia.
Ontem, último dia do horário de verão (por que o horário de verão acaba em pleno verão?), o Dia
Histórico chegou a sua terceira edição, com a colaboração de 20 voluntários e a distribuição de sacos biodegradáveis, fruto de mais um apoio que curtiu o movimento que só cresce e vem se tornando um marco na praia de
Ipanema. Mais uma vez, a galera local se reuniu para fazer muito barulho (literalmente) e conscientizar os frequentadores das redondezas do Coqueirão, conseguindo a incrível façanha de deixar a praia limpinha do início ao fim. No por do sol, Ipanema era um verdadeiro cartão postal, como deveria ser SEMPRE.
Como a Maya Rodriguez comentou na sua matéria a respeito do primeiro Dia Histórico "ao final do dia o saldo era bastante positivo. O objetivo parecia ter sido alcançado: praia limpa em pleno sábado de muito sol e calor, no trecho que vai da barraca do Aleido até a árvore do Coqueirão, um dos pontos mais movimentados de Ipanema. Ao menos isso foi o que achou o gari da Comlurb, Rodrigo Matos, que há quatro anos varre essas areias. “Podia fazer
na praia toda! Só no sábado? (risos). Gostei da iniciativa da garotada, porque deu o exemplo. Na realidade não é o pessoal de fora que suja a praia, são os próprios moradores que sujam por preguiça de carregar o seu lixo!”, revela o gari.
Uma tarde dessas, na mesma praia de Ipanema, uma menina linda rolava pela areia dando cambalhotas, feliz da vida, entre montes de copos quebrados, latinhas, guimbas de cigarro, filipetas e... fraldas usadas! A imagem era constrangedora. Me lembro quando era criança e andava pela
praia, juntando conchas e hoje quase não as vemos. O normal é entrar na água e sair com um pedaço de plástico na mão. Precisamos parar de contemplar a destruição do planeta a cada minuto e passar a fazer! A mudança depende de nós. A hora é agora! Participe!
texto: Ana Schlimovich
fotos: PXE e Fernanda Calvente
placas de : Gabriel Dornellas e Raíssa Canavarro
Ontem, último dia do horário de verão (por que o horário de verão acaba em pleno verão?), o Dia
Histórico chegou a sua terceira edição, com a colaboração de 20 voluntários e a distribuição de sacos biodegradáveis, fruto de mais um apoio que curtiu o movimento que só cresce e vem se tornando um marco na praia de
Ipanema. Mais uma vez, a galera local se reuniu para fazer muito barulho (literalmente) e conscientizar os frequentadores das redondezas do Coqueirão, conseguindo a incrível façanha de deixar a praia limpinha do início ao fim. No por do sol, Ipanema era um verdadeiro cartão postal, como deveria ser SEMPRE.Como a Maya Rodriguez comentou na sua matéria a respeito do primeiro Dia Histórico "ao final do dia o saldo era bastante positivo. O objetivo parecia ter sido alcançado: praia limpa em pleno sábado de muito sol e calor, no trecho que vai da barraca do Aleido até a árvore do Coqueirão, um dos pontos mais movimentados de Ipanema. Ao menos isso foi o que achou o gari da Comlurb, Rodrigo Matos, que há quatro anos varre essas areias. “Podia fazer
na praia toda! Só no sábado? (risos). Gostei da iniciativa da garotada, porque deu o exemplo. Na realidade não é o pessoal de fora que suja a praia, são os próprios moradores que sujam por preguiça de carregar o seu lixo!”, revela o gari.Uma tarde dessas, na mesma praia de Ipanema, uma menina linda rolava pela areia dando cambalhotas, feliz da vida, entre montes de copos quebrados, latinhas, guimbas de cigarro, filipetas e... fraldas usadas! A imagem era constrangedora. Me lembro quando era criança e andava pela
praia, juntando conchas e hoje quase não as vemos. O normal é entrar na água e sair com um pedaço de plástico na mão. Precisamos parar de contemplar a destruição do planeta a cada minuto e passar a fazer! A mudança depende de nós. A hora é agora! Participe!texto: Ana Schlimovich
fotos: PXE e Fernanda Calvente
placas de : Gabriel Dornellas e Raíssa Canavarro
21.11.10
Hoje é dia de feira
JEQUITIBÁ
Eco Feira Cultural
20 e 21 de novembro
Orgânicos • Comunidades • Consumo Consciente • Diversidade • Meio ambiente • Sustentabilidade
Domingo. 21/11
9h - feira de produtos ecológicos, arte popular e design - exposição fotográfica "Obra-prima Wajãpi, obra-prima da humanidade" - café-da-manhã no pátio
9h30 - oficina de Compostagem e Canteiros Domésticos
11h30 - oficina de Gaita
15h - sessão do cineclube - "Homenagem ao Dia da Consciência Negra" – curtas e doc "A Música é a Arma", sobre Fela Kuti
17h - show da Abayomy Afrobeat Orquestra
20h - encerramento
Centro Cultural da Casa do Barão
Rua Paschoal Carlos Magno, 73 – Sta Teresa
+ info aqui
31.10.10
dia de eleções
A vida é traçada pelas nossas escolhas. Mais vai passando a vida, mais você percebe.
Hoje, dia de definições no Brasil, achei bom postar um filme que ninguém gostaria de ver, mas que precisa ser visto. Não é de terror, ne ciência ficção. Earthlings é um documentário multi-premiado com trilha de Moby e narração de Joaquim Phoenix sobre o sofrimento dos animais usados para comida, moda, estimação, entretenimento e pesquisas medicas, dica do boto carioca. As vezes é difícil aceitar, mas mudando pequenhos hábitos cotidianos, acabamos mudando o mundo. Afinal, a mudança global começa pela mudança individual.
Tente ver o máximo possível e passe adiante. O mundo enteiro agradece.

Clique aqui, para ver o filme
com legendas em português.
Tente ver o máximo possível e passe adiante. O mundo enteiro agradece.

Clique aqui, para ver o filme
com legendas em português.
15.10.10
Exposições :: Vik Muniz na Galeria Laura Alvim
Após o extraordinário, o surpreendente Vik Muniz
por Tarcisio Candido
No último 29 de setembro, por volta de oito da noite, o lendário Cine Odeon - palco do Festival de Cinema do Rio - lotou-se de olhares atentos e curiosos. O motivo: descobrir a próxima surpresa de Vik Muniz. O artista plástico foi a chave mestre do documentário “Lixo Extraordinário”, de Lucy Walker, João Jardim e Karen Harley. No longa, Vik transforma o lixo do maior aterro sanitário do mundo em arte e muda a vida dos trabalhadores do Jardim Gramacho. É difícil decidir se a emoção é maior vendo os olhos dos catadores sentindo suas vidas mudarem ou o desejo de Vik em ver alegria naquelas vidas.
Exposição “Relicário”
Vik é brasileiro, porém radicado em Nova York. Foi em São Paulo que ele viveu grande parte da sua infância, infância essa, que agora é motivo da mais nova exposição do artista. A histórica Casa de Cultura Laura Alvim, em Ipanema, recebe as obras de Vik, que vão desde um crânio com nariz de palhaço a um sarcófago feito de tupperware. As obras expostas reúnem experiências do artista como fotógrafo, escultor, desenhista e publicitário. Vale a pena apreciar o trabalho desse notável brasileiro!
GALERIA LAURA ALVIM: AV. VIEIRA SOUTO, 176. IPANEMA. TEL.: (21) 2332-2017.
Contente com o sucesso do documentário, o artista agora apresenta sua mais nova exposição em terras cariocas
por Tarcisio Candido
No último 29 de setembro, por volta de oito da noite, o lendário Cine Odeon - palco do Festival de Cinema do Rio - lotou-se de olhares atentos e curiosos. O motivo: descobrir a próxima surpresa de Vik Muniz. O artista plástico foi a chave mestre do documentário “Lixo Extraordinário”, de Lucy Walker, João Jardim e Karen Harley. No longa, Vik transforma o lixo do maior aterro sanitário do mundo em arte e muda a vida dos trabalhadores do Jardim Gramacho. É difícil decidir se a emoção é maior vendo os olhos dos catadores sentindo suas vidas mudarem ou o desejo de Vik em ver alegria naquelas vidas.
Exposição “Relicário”
Vik é brasileiro, porém radicado em Nova York. Foi em São Paulo que ele viveu grande parte da sua infância, infância essa, que agora é motivo da mais nova exposição do artista. A histórica Casa de Cultura Laura Alvim, em Ipanema, recebe as obras de Vik, que vão desde um crânio com nariz de palhaço a um sarcófago feito de tupperware. As obras expostas reúnem experiências do artista como fotógrafo, escultor, desenhista e publicitário. Vale a pena apreciar o trabalho desse notável brasileiro!
GALERIA LAURA ALVIM: AV. VIEIRA SOUTO, 176. IPANEMA. TEL.: (21) 2332-2017.
16.9.10
5.9.10
Olhar de gringo
Assim que visualizei a geografia carioca das alturas, a batida do coração multiplicou seu ritmo, como cada vez que acontece ao voltar ao Rio, confirmando que a decisão de deixar tudo para trás e recomeçar minha vida na cidade pela qual me apaixonei, estava certa.Ao se abrirem as portas do desembarque no Galeão, reconheço o Armando, no posto da Riotur, e o fato de encontrar alguém conhecido, logo depois do pouso, me fez sentir ainda mais em casa. No ápice da Copa do Mundo, Armando me entrega um exemplar da Guia Oficial do Rio, com toda a programação que a prefeitura preparou para comemorar o maior evento do planeta.

Quando abro a revista dou com várias fotos da "altinha" na praia. A fotografia de Ipanema, na segunda folha, me lembrou da saudade que tinha de praticar esse jogo que aprendi há um ano e que havia chamado a minha atenção já nas primeiras visitas ao Rio, pelo ano de 2005. Me impressionava a graça com que batiam a bola, a precisão, os corpos dos jogadores e jogadoras (me perguntava se esse corpos resultavam desse esporte). No verão do 2007, quando retratei a cidade para o guia inglês Time Out, me pediram fotos dessas rodas nascidas nas areias cariocas. Naquela época, nem imaginava que um dia eu poderia estar participando de uma.Depois de suportar temperaturas de um dígito na minha cidade natal – Buenos Aires -, o Rio me premiou com um delicioso sol de inverno e o céu completamente sem nuvens, o que levou a me

aventurar na praia de Ipanema, ao mar que essa tarde parecia caribenho e a meu esporte favorito do momento, a altinha. Mas a bola só se manteve no ar por menos de 3 minutos, não por culpa dos jogadores – claro que não -, mas por causa de 2 guardas municipais se lançaram sobre nós com a ameaça de deter a bola e levá–la para a polícia. Como? - perguntei surpresa - mas por que? - Choque de Ordem! É proibido jogar bola na beira do mar antes das 5 da tarde, e se insistirem, teremos que confiscar a bola - me dizia o guarda enquanto apontava para as duas patrulhas paradas na Vieira Souto. Às 5 da tarde, em pleno Julho, não tem mais sol –pensei - olhando a praia vazia naquela terça feira ensolarada.Choque de Ordem ou ordem invertida?
Me senti uma criminosa, culpada de um delito gravíssimo. Fui me sentar ofuscada, com a sensação de que algo estava errado, e não era eu, nem a bola, nem aquela tarde maravilhosa ou a praia.
Dias mais tarde decidi indagar mais fundo sobre este famoso "Choque de Ordem". Me apresentei como jornalista e cidadã estrangeira diante dos guardas municipais – uns 8 - reunidos numa das
tendas da prefeitura, e pedi que por favor me explicassem em que consistia a campanha. Com muita amabilidade, um dos guardas me falou que a primeira medida tinha sido a reordenamento das barracas. E enquanto mostrava as novas estruturas brancas, todas iguais, eu lembrava daquelas barracas coloridas, com seus nomes chamativos que permitiam que, em pleno verão, duas pessoas conseguissem marcar um ponto de encontro no meio daquele enxame humano. – Era feio, desprolixo, cada um fazia o que queria, tudo colorido, justificava o guarda. Com o coração apertado eu pensava justamente nessa característica propriamente carioca, essa capacidade de gerar um colorido desmedido, esplendoroso. A cor, a marca pessoal do Rio de Janeiro, foi a primeira coisa o Choque de Ordem tirou da praia.- A nossa principal função é vigiar a bola, não deixar que a altinha seja praticado na beira do mar, porque atrapalha as pessoas que estão passeando – continuava o guarda -. E também a segurança, os roubos.
Eu não podia acreditar que a primeira medida fosse proibir a prática do esporte e a segunda evitar os furtos. Por acaso, não deveria pelo menos, ser o contrário?
E o lixo? perguntei. O guarda não soube bem o que responder, manifestando que não havia
nenhuma posição concreta a respeito da quantidade de lixo que todo dia, apesar do impecável trabalho da Comlurb, jaz nas areias de uma das praias mais lindas do mundo. Mais uma vez, não será que a ordem está toda trocada? Não deveria ser prioridade a segurança e a limpeza? Porque não pegam a pessoa que logo depois de comer o seu potinho de açaí, o deixa largado na areia como se fosse desmaterializar-se magicamente? Porque nós, os
próprios frequentadores da praia, temos que chamar a atenção, seja com a palavra ou com placas (como as que pendurou o designer Marcio PXE, ver projeto), de quem enterra suas guimbas de cigarro, seus copos descartáveis, suas latinhas de cerveja (o único lixo que é recolhido na hora pelos vendedores de alumínio, graças a Deus), suas filipetas, suas fraldas usadas!!! Será que este não é um delito muito mais grave do que jogar bola – ao menos nos dias de semana - junto ao mar?Do Arpoador ao Leblon, existem 6 tendas da Guarda Municipal, onde se amontoam pelo menos 5 homens, que trabalham de 8 da manhã às 5 da tarde, ou seja, 30 pessoas, 63 horas por semana com pelo menos 2 carros de patrulha, e tudo isso para controlar a garotada jogando bola. É isso que chamam Choque de Ordem??? Por que não colocam ao menos um desses guardas naqu
Na teoria, a prefeitura promove a “altinha” na principal publicação destinada aos turistas, mas na prática, pode arruinar as férias de qualquer um que se aventure a praticar este esporte saudável numa das praias mais paradisíacas do mundo – também já rodei por praias dos 5 continentes - se não fosse pelo lixo. É pra jogar ou não? Qual a mensagem afinal?
Manifestei grande parte dos meus pensamentos ao guarda municipal, que obviamente não tem culpa de nada, pois ele está ali cumprindo com o seu dever. E me propus a não deixar passar mais tempo, lembrando que com as pequenas ações podemos mudar o mundo, já que a mudança global começa pela mudança individual. Nenhum idealismo, apenas lógica pura.
Ordem? Sou completamente a favor, mas acho que a ordem está invertida e, por favor, nada de choques.
Esta matéria não acaba aqui, pois ainda falta saber a opinião dos barraqueiros, turistas, frequentadores da praia e dos jogadores. Continuará.
Ana Schlimovich
versão em português: Marcio PXE
versão em português: Marcio PXE
versão em espanhol
9.2.10
:: AÇŌES >> PRAIA LIMPA, SÓ POR HOJE
Uma argentina, uma dinamarquesa e um carioca mostram atitude, desfilando a nova placa de Ipanema pela areia da praia e convocando todos a participar de uma campanha informal por uma praia 100% limpa.
A mudança global começa pela mudança individual.
Uma iniciativa da Guapuruvu.com
Uma argentina, uma dinamarquesa e um carioca mostram atitude, desfilando a nova placa de Ipanema pela areia da praia e convocando todos a participar de uma campanha informal por uma praia 100% limpa!
Gostou do som? Então visite o site da banda: www.regurgitator.net. RESPECT! Aumente o volume!
PRAIA LIMPA, HOJE E SEMPRE! Mais em www.guapuruvu.com
Gostou do som? Então visite o site da banda: www.regurgitator.net. RESPECT! Aumente o volume!
PRAIA LIMPA, HOJE E SEMPRE! Mais em www.guapuruvu.com
Categoría: ONGs y activismo
7.10.09
>> Feiras :: Brasil Rural Contemporâneo

A partir de hoje até 0 12 de Outubro, a Marina da Glória será o scenario da Feira Brasil Rural Contemporâneo

Confira aqui a programação completa.
Enjoy!
14.9.09
Ipanema de tarde
Diversão, paz e paisagens maravilhosos nas areias de Ipanema.
Praia sem lixo é bem melhor. Faça sua parte.
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